Tecnologia para uma fiscalização mais verificável.

O FiscalizaGOV combina automação, auditoria reprodutível e integridade probatória para organizar a fiscalização trabalhista de contratos terceirizados no setor público.

Tecnologia construída para um problema concreto da Administração Pública.

O FiscalizaGOV nasce para estruturar a fiscalização trabalhista dos contratos de terceirização, reduzindo a dependência de conferências dispersas e preservando a história de cada competência em uma trilha verificável.

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Automação de ponta a ponta

Os documentos entram (no piloto, enviados pela operadora), o sistema valida, extrai dados, executa regras, gera achados e entrega o relatório ao fiscal.

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Auditoria reprodutível

O motor de regras é versionado e desenhado para que a mesma entrada, sob o mesmo catálogo, produza o mesmo resultado.

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Integridade probatória

Documentos, eventos, decisões e evidências são vinculados para permitir verificação posterior da fiscalização realizada.

Fiscalizar é uma obrigação. Conseguir demonstrar a fiscalização é uma capacidade institucional.

O FiscalizaGOV foi concebido para transformar essa capacidade em rotina de sistema: contínua, estruturada, datada e verificável.

Operação assistida no pilotoArquitetura multi-tenantPerfis e segregação de funçõesPortal externo do contratado (previsto)Relatórios e evidências vinculadas

O problema que orienta o produto

Contratos de limpeza, vigilância, portaria, merenda, apoio administrativo, transporte e outros serviços terceirizados geram, todos os meses, obrigações trabalhistas que precisam ser acompanhadas pela Administração. Quando essa rotina depende de e-mails, pastas, planilhas e conferências manuais, a coleta e a reconstrução da fiscalização ficam frágeis.

O FiscalizaGOV organiza a competência como uma sequência de eventos: entrega, validação, conferência, achado e relatório; o registro das providências e dos prazos está em desenvolvimento. O objetivo não é substituir o juízo do fiscal, mas automatizar aquilo que é verificável e preservar aquilo que foi decidido.

Uma plataforma, não um checklist

O sistema recebe fontes que já fazem parte da rotina dos contratos — o arquivo AFD do ponto (Portarias 1.510/2009 e 671/2021), os eventos S-1200 e S-2230 do eSocial, o quadro de pessoal, a medição mensal e a convenção coletiva — e transforma essas informações em insumos para a auditoria da competência.

Cada achado possui fundamentação e evidência vinculada; o registro de responsável, prazo, resposta e decisão está em desenvolvimento. Esse desenho permite que a fiscalização seja acompanhada durante o contrato e reconstruída posteriormente.

Feito para diferentes responsabilidades

Os papéis por ente são gestor do contrato, fiscal, responsável jurídico e gestor de convenções, além da operadora. Gestores e fiscais acompanham competências e recebem o relatório com os achados e as evidências; Procuradorias recebem uma organização probatória mais consistente. Previstos: Autoridade do ente, Controle Interno e Auditoria, encarregado de dados e o portal do contratado.

Princípios de produto

  • Automação onde há regra objetiva: reduzir conferência repetitiva e erro operacional.
  • Decisão humana onde há juízo: o sistema apoia a fiscalização; não substitui a autoridade competente.
  • Rastreabilidade por padrão: atos relevantes precisam ter autoria, momento e contexto.
  • Imutabilidade para registros críticos: histórico de fiscalização não deve ser reescrito silenciosamente.
  • Proteção de dados desde o desenho: acesso por perfil, registro de acessos e segregação de funções.

Conheça o FiscalizaGOV em um exemplo fictício.

Veja como uma competência é recebida, auditada, relatada e preservada do início ao encerramento.

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